HÖLDERLIN EM EDIÇÃO BRASILEIRA
Acaba de sair na Editora Chão da Feira, de Belo Horizonte, mais um Texto de Maria Gabriela Llansol, desta vez Hölder, de Hölderlin, por mediação da activa llansoliana Maria Carolina Fenati.
HÖLDERLIN EM EDIÇÃO BRASILEIRA
Acaba de sair na Editora Chão da Feira, de Belo Horizonte, mais um Texto de Maria Gabriela Llansol, desta vez Hölder, de Hölderlin, por mediação da activa llansoliana Maria Carolina Fenati.
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09:57
O NÚMERO TRÊS NOS LIVROS DE LLANSOL
Anunciando a publicação de mais duas traduções suas de livros de Maria Gabriela Llansol em castelhano – Parasceve e O Jogo da Liberdade da Alma –, o tradutor Mario Grande escreveu para a página da editora (a Ybernia, de Madrid) um original texto sobre a presença e os significados do número três na Obra de Maria Gabriela Llansol.
O texto do tradutor pode ler-se aqui: https://www.ybernia.com/blog/el-trisquel-de-llansol
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16:59
«ESCREVER É O DUPLO DE VIVER»
LLANSOL NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE PALMELA
Sessão de apresentação da Obra da Maria Gabriela Llansol, da interacção muito particular entre as noções de «escrita e» e «vida» no seu Texto (por João Barrento), bem como da presença da Serra da Arrábida e do Cabo Espichel em alguns dos seus livros, com foco especial na figura de Camões (Comuns, o Pobre) (pela professora local Daniela Jones de Oliveira).
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11:49
LLANSOL NA ARGENTINA
Acaba de ser publicada em Buenos Aires, pela Editorial Serapis, a antologia de textos de Maria Gabriela Llansol intitulada Yo nací en la secuencia de un ritmo, com seleccção de textos e nota de abertura de João Barrento e tradução de Magalí Eguiluz e Julia Sabena.
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22:07
A FORMA QUIMÉRICA DO MUNDO
Um diálogo com Llansol
No sábado 26 de Setembro, pelas 17 horas, apresentamos no Espaço Llansol o último livro de João Barrento, A Forma Quimérica do Mundo (Editora Alambique). O autor apresentará brevementne o pequeno livro, que vem na sequência de outros seus (nomeadamente A Nave dos Loucos, de 2022), deixando clara a sua dívida à Obra de Maria Gabriela Llansol com a leitura de um «poema contínuo» que compôs para esta ocasião, linha a linha, a partir dos 26 livros da autora, e que espelha a imagem llansoliana do mundo, entre o cepticismo e o «perfil da esperança». E o actor Diogo Dória lerá três capítulos do livro: «Da política sem polis», «A nova subjectividade» e «O império do Kitsch». Estarão também presentes os editores, Inês Dias e Manuel de Freitas, e o livro estará disponível.
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09:59
SINTRA TRANS-FIGURADA
no Livro de Horas XI: Elogio do Fulgor
Para quem não pôde assistir à sessão de sábado, em que se apresentou o novo Livro de Horas e se mostraram em video os lugares fundamentais que o atravessam – a vila de Sintra transfigurada em Parasceve e a «Casa do silêncio», ou «Gruta de escrita» – deixamos aqui o link para o video que mostra e comenta esses lugares, com textos provenientes deste último Livro.
Clique no link para ver o video:
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11:10
O NOVO «LIVRO DE HORAS»
No sábado, dia 12 de Setembro, pelas 16 horas, retomamos as nossas actividades com a apresentação do novo Livro de Horas – Elogio do Fulgor – com os inéditos da escrita de M. G. Llansol entre 1996 e 2000. No centro deste novo Livro de Horas, para além da escrita sobre novos livros, traduções e projectos em curso, está a vivência e a visão de uma Sintra trans-figurada, para lá da Sintra real, mas partindo sempre da sua realidade (incluindo a da casa, a «gruta» ou «caverna» de escrita destes anos): a Volta do Duche e as árvores, os cafés, a Serra, os transeuntes, os Museus...
João Barrento comentará em pormenor este novo livro, e apresentaremos, num vídeo de cerca de meia hora, os lugares sintrenses de Llansol, acompanhados da leitura de fragmentos do livro.
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15:00
O LIVRO DOS SONHOS REEDITADO
Foi reeditado pela Assírio & Alvim o nosso Livro de Horas VII – O Sonho é um Grande Escritor – , que estava esgotado. Este livro inédito reune todos os sonhos registados por M. G. Llansol, e tem posfácio de António Vieira.
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16:36
LLANSOL: OS SONS DO SILÊNCIO
Da Música ao Texto, do Texto à Música
A música e um número significativo de músicos estão presentes desde sempre na escrita e no dia a dia de Maria Gabriela Llansol. Para encerrar as actividades antes da pausa de Verão teremos no sábado, dia 18, a partir das 16 horas, uma amena e harmoniosa tarde musical, um apelo à introspecção e ao silêncio, com a escrita de Maria Gabriela Llansol a acompanhar cada peça musical que ouviremos, num total de onze entre as preferências e as referências que encontramos na sua escrita.
João Barrento fará uma breve introdução sobre o lugar da música nos textos de Llansol, e o resto da tarde será prenchido com a audição alternada de Texto e Música, do canto Gregoriano e Bach até ao último álbum dos Três Tristes Tigres, com quem Llansol já colaborou há trinta anos. Uma folha de sala e um desdobrável permitirão seguir os textos lidos e as peças ouvidas.
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20:56
LLANSOL NO XVII CONGRESSO DO PARTIDO «LIVRE»
No seu XVII Congresso, a decorrer em Sintra entre 10 e 12 de Julho, sob o lema «Uma liberdade maior», o Livre presta homenagem a Maria Gabriela Llansol, «inspiração literária do Congresso», com um encontro junto ao plátano «Grande Maior», na Volta do Duche, no Domingo pelas 10 horas. Serão lidos fragmentos de Llansol sobre «Liberdade», o estado do mundo, a Europa e Portugal, enviados por João Barrento a pedido de Rui Tavares.
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18:17
A MEMÓRIA E O SOPRO DA VIDA
Parasceve trans-figurado
Numa tradição que já vem de longe, uma vez mais uma artista plástica cria um conjunto de obras a partir do Texto de Llansol. A lista desta interacção entre palavra e imagem é longa, com nomes como Ilda David', Julião Sarmento, Pedro Proença, Rui Chafes, Duarte Belo, Graça Martins, Juju Bento... E agora, na sesão pública de sábado, a artista brasileira Debora Censi, com duas séries de obras, pintura e desenho.
Debora Censi é um artista visual brasileira (São Paulo) que realizou os trabalhos apresentados (e reproduzidos, com textos de Llansol, no caderno feito para a sessão), inspirados na Obra de Maria Gabriela Llansol, com destaque para o livro Parasceve. Puzzles e ironias, durante a 4ª Residência Artística Taguspark (em Oeiras), entre Janeiro e Abril deste ano. Estas obras dão continuidade a uma prática de pintura sobre papel, centrada na construção de paisagens e arquitecturas inexistentes através de camadas e transparências, num processo de «sobreimpressão» que evoca o conhecido método de escrita de Llansol. Desde 2023 que a literatura integra o seu processo criativo, servindo de ponto de partida para as suas pinturas e desenhos.
João Barrento começou por fazer uma introdução ao livro-fonte destes trabalhos, destacando, no percurso da figura da Mulher que atravessa todo o livro num «processo de individuação» original, o significado das figuras, lugares, objectos e temas/motivos escolhidos pela artista, e que a leitura da actriz Eva Dória no final foi dando a ouvir em fragmentos extraídos do livro Parasceve, a começar pela figura condutora da Mulher em busca de si, e continuando com o dicionário que começa na p. 33; o plátano de seu nome Grande Maior (a cidade-árvore de Parasceve); o vaso quebrado que representa toda uma nova teoria estética dos fragmentos; o lobo no quarto de arrumos, que incita ao sonho e à alegria; o corvo amarelo, portador do saber do Tratado da Reforma do Entendimento, de Spinoza; a criança-ruah, símbolo puro das origens que a Mulher busca, «decepando a memória»; o piano móvel que transporta consigo a música da grande polifonia da vida que ultrapassa a autobiografia e anuncia uma biografia futura; com o percurso a terminar À beira do rio da escrita, na mais-paisagem da ponte que a Mulher atravessará...
Para Llansol, a árvore se apresenta como acontecimento, como presença. É a existência plena e, principalmente, livre de autobiografia.
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17:08
LLANSOL EM ESPANHA
Acabam de sair na Editora Ybernia, de Madrid, mais dois livros de Maria Gabriela Llansol em versão castelhana do seu fiel tradutor Mario Grande, que também enriquece as edições com textos seus que muito iluminam as obras da nossa autora. Outros livros virão, na mesma Editora de Madrid.
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15:58
PARASCEVE EM IMAGENS
A artista brasileira Debora Censi, frequentadora assídua do Espaço Llansol a viver há vários anos em Portugal, participou recentemente (de Janeiro a Abril de 2026) na 4ª Residência Artística Taguspark (em Oeiras). Para o trabalho aí desenvolvido inspirou-se na Obra de Maria Gabriela Llansol, partindo em especial do livro Parasceve. Puzzles e ironias.
As obras criadas pela artista nessa Residência integram duas séries – «Tudo o que resta de uma vida quando ela passa aqui» (16 pinturas) e «Recordar é quase, de certeza, um ainda-mais-morrer» (8 desenhos de árvores) –, que serão mostradas no Espaço Llansol na sessão de 4 de Julho (a partir das 16h): «A memória e o sopro da vida. Parasceve trans--figurado».
Apresentaremos o essencial do livro Parasceve. Puzzles e ironias, conversaremos com a artista sobre esta interacção entre texto e imagem, a actriz Eva Dória lerá textos de Llansol ligados aos temas das pinturas e desenhos, e teremos o habitual caderno que reproduz todos os trabalhos, ligando-os a textos da autora.
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21:42
A CORRENTE DO «RIO DA ESCRITA»
A colecção «Rio da Escrita», editada pela Mariposa Azual e o Espaço Llansol desde 2008, alcançou o significativo número de trinta volumes, dedicados à Obra de Maria Gabriela Llansol. Vamos assinalar o facto e conversar sobre a história desta colecção – caso único de dedicação a um(a) autor(a) – na Feira do Livro de Lisboa no próximo sábado, dia 6 de Junho, pelas 15h.
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09:54
IMAGENS DE «PARASCEVE»
A artista brasileira Debora Censi concluiu recentemente um projecto que designou de «ensaio visual» concebido a partir do livro de Maria Gabriela Llansol Parasceve. Puzzles e ironias. O projecto foi desenvolvido no âmbito da 4ª Residência Artística Taguspark (em Oeiras), entre Janeiro e Abril de 2026, e dele resultaram duas séries de obras, de que aqui apresentamos uma breve selecção (com os respectivos textos de apresentação pela artista): uma série de dezasseis pinturas a óleo («Tudo o que resta de uma vida quando ela passa aqui») e outra de oito desenhos de árvores, em grafite e «aguadas» («Recordar é quase, de certeza, um ainda-mais-morrer»).
I - TUDO O QUE RESTA DE UMA VIDA QUANDO ELA PASSA AQUI
«O ensaio visual foi realizado a partir do texto de Maria Gabriela Llansol Parasceve. Puzzles e ironias, produzindo imagens que perpassem olhares sobre a escrita de Llansol.
Inverte o processo da autora, que parte de uma imagem-objeto e segue para a palavra. Aqui, a palavra é o ponto de partida, produzindo uma outra imagem, não a original, nem uma ilustração ou representação, mas sim um procedimento interpretativo, um novo acontecimento. Existe, no entanto, a intenção de manter os deslocamentos característicos de Llansol. Os tempos são deslocados e realizados, sobrepostos como camadas de pintura, transparências, resultando em uma única imagem: onde a cronologia perde importância e sentido, há então a simultaneidade».
II - RECORDAR É QUASE, DE CERTEZA, UM AINDA-MAIS-MORRER
«A partir da leitura do livro Parasceve. Puzzles e ironias, de Maria Gabriela Llansol, produzi uma sequência de desenhos. São árvores que imaginei estarem relacionadas com a escrita e o percurso de Llansol.
Para Llansol, a árvore se apresenta como acontecimento, como presença. É a existência plena e, principalmente, livre de autobiografia.
Os desenhos são basicamente troncos e galhos, árvores invernais, estação predominante no livro. É a estrutura que se sustenta no torpor até o início do florescer.
É Parasceve».
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14:04
MUSIL E(M) LLANSOL
Dois místicos sem misticismo
O essencial de uma convergência singular entre dois escritores «inactuais» e necessários à actualidade, na introdução ao caderno que acompanhou – com uma Cronologia ilustrada da vida e Obra de Robert Musil – a sessão de sábado no Espaço Llansol:
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10:02
MUSIL E(M) LLANSOL
«O MISTICISMO DO DIA CLARO»
No próximo dia 16 de Maio, pelas 16 horas, trataremos, em mais uma sessão pública, da relação de convergência e afinidade entre Llansol e uma das suas «figuras» até agora pouco tratadas, o autor de O Homem sem Qualidades, Robert Musil, que ela traz para a sua escrita e considera ser da sua «linhagem». O ponto de convergência poderá ser o de um «misticismo do dia claro», objecto de busca do romance de Musil. Trata-se de um «estado de alma» que que se alimenta, não do mistério das religiões, mas do enigma das coisas, a «luz do dia claro» em Musil, uma «estética do fulgor» em Llansol.
João Barrento comentará as ligações entre os dois «escreventes», e teremos o habitual caderno, com textos de ambos.
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22:56
MICROLEITURAS LLANSOLIANAS: APRESENTAÇÃO
No dia 7 de Maio, pelas 18h, apresentamos na Livraria Tigre de Papel o último volume da colecção «Rio da Escrita», a colectânea de textos/ensaios de João Barrento Fragmentos (quase) completos-Microleituras llansolianas. A Profª Paula Mendes Coelho (Universidade Aberta) apresentará o livro, com a presença do autor, da editora Helena Vieira e de Farnando Ramalho, da Tigre de Papel (ver, no post anterior, a capa e o Índice deste livro).
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18:31
PAISAGENS DO UNIVERSO LLANSOL
Novo livro de João Barrento
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18:38