28.9.26

 HÖLDERLIN EM EDIÇÃO BRASILEIRA


Acaba de sair na Editora Chão da Feira, de Belo Horizonte, mais um Texto de Maria Gabriela Llansol, desta vez Hölder, de Hölderlin, por mediação da activa llansoliana Maria Carolina Fenati.

22.9.26

 O NÚMERO TRÊS NOS LIVROS DE LLANSOL

Anunciando a publicação de mais duas traduções suas de livros de Maria Gabriela Llansol em castelhano – Parasceve e O Jogo da Liberdade da Alma –, o tradutor Mario Grande escreveu para a página da editora (a Ybernia, de Madrid) um original texto sobre a presença e os significados do número três na Obra de Maria Gabriela Llansol.

O texto do tradutor pode ler-se aqui:  https://www.ybernia.com/blog/el-trisquel-de-llansol

19.9.26

«ESCREVER É O DUPLO DE VIVER»

 LLANSOL NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE PALMELA



Sessão de apresentação da Obra da Maria Gabriela Llansol, da interacção muito particular entre as noções de «escrita e» e «vida» no seu Texto (por João Barrento), bem como da presença da Serra da Arrábida e do Cabo Espichel em alguns dos seus livros, com foco especial na figura de Camões (Comuns, o Pobre) (pela professora local Daniela Jones de Oliveira).

17.9.26

LLANSOL NA ARGENTINA

Acaba de ser publicada em Buenos Aires, pela Editorial Serapis, a antologia de textos de Maria Gabriela Llansol intitulada Yo nací en la secuencia de un ritmo, com seleccção de textos e nota de abertura de João Barrento e tradução de Magalí Eguiluz e Julia Sabena.


A FORMA QUIMÉRICA DO MUNDO

Um diálogo com Llansol

No sábado 26 de Setembro, pelas 17 horas, apresentamos no Espaço Llansol o último livro de João Barrento, A Forma Quimérica do Mundo (Editora Alambique). O autor apresentará brevementne o pequeno livro, que vem na sequência de outros seus (nomeadamente A Nave dos Loucos, de 2022), deixando clara a sua dívida à Obra de Maria Gabriela Llansol com a leitura de um «poema contínuo» que compôs para esta ocasião, linha a linha, a partir dos 26 livros da autora, e que espelha a imagem llansoliana do mundo, entre o cepticismo e o «perfil da esperança». E o actor Diogo Dória lerá três capítulos do livro: «Da política sem polis», «A nova subjectividade» e «O império do Kitsch». Estarão também presentes os editores, Inês Dias e Manuel de Freitas, e o livro estará disponível.

13.9.26

SINTRA TRANS-FIGURADA 

no Livro de Horas XI: Elogio do Fulgor

Para quem não pôde assistir à sessão de sábado, em que se apresentou o novo Livro de Horas e se mostraram em video os lugares fundamentais que o atravessam – a vila de Sintra transfigurada em Parasceve e a «Casa do silêncio», ou «Gruta de escrita» – deixamos aqui o link para o video que mostra e comenta esses lugares, com textos provenientes deste último Livro.

Clique no link para ver o video:

https://vimeo.com/1226329837?fl=tl&fe=ec

2.9.26

 O NOVO «LIVRO DE HORAS»

No sábado, dia 12 de Setembro, pelas 16 horas, retomamos as nossas actividades com a apresentação do novo Livro de Horas – Elogio do Fulgor – com os inéditos da escrita de M. G. Llansol entre 1996 e 2000. No centro deste novo Livro de Horas, para além da escrita sobre novos livros, traduções e projectos em curso, está a vivência e a visão de uma Sintra trans-figurada, para lá da Sintra real, mas partindo sempre da sua realidade (incluindo a da casa, a «gruta» ou «caverna» de escrita destes anos): a Volta do Duche e as árvores, os cafés, a Serra, os transeuntes, os Museus...

João Barrento comentará em pormenor este novo livro, e apresentaremos, num vídeo de cerca de meia hora, os lugares sintrenses de Llansol, acompanhados da leitura de fragmentos do livro.

7.8.26

 O LIVRO DOS SONHOS REEDITADO

Foi reeditado pela Assírio & Alvim o nosso Livro de Horas VII – O Sonho é um Grande Escritor – , que estava esgotado. Este livro inédito reune todos os sonhos registados por M. G. Llansol, e tem posfácio de António Vieira.


10.7.26

LLANSOL: OS SONS DO SILÊNCIO

Da Música ao Texto, do Texto à Música

A música e um número significativo de músicos estão presentes desde sempre na escrita e no dia a dia de Maria Gabriela Llansol. Para encerrar as actividades antes da pausa de Verão teremos no sábado, dia 18, a partir das 16 horas, uma amena e harmoniosa tarde musical, um apelo à introspecção e ao silêncio, com a escrita de Maria Gabriela Llansol a acompanhar cada peça musical que ouviremos, num total de onze entre as preferências e as referências que encontramos na sua escrita.

João Barrento fará uma breve introdução sobre o lugar da música nos textos de Llansol, e o resto da tarde será prenchido com a audição alternada de Texto e Música, do canto Gregoriano e Bach até ao último álbum dos Três Tristes Tigres, com quem Llansol já colaborou há trinta anos. Uma folha de sala e um desdobrável permitirão seguir os textos lidos e as peças ouvidas.

9.7.26

LLANSOL NO XVII CONGRESSO DO PARTIDO «LIVRE»



No seu XVII Congresso, a decorrer em Sintra entre 10 e 12 de Julho, sob o lema «Uma liberdade maior», o Livre presta homenagem a Maria Gabriela Llansol, «inspiração literária do Congresso», com um encontro junto ao plátano «Grande Maior», na Volta do Duche, no Domingo pelas 10 horas. Serão lidos fragmentos de Llansol sobre «Liberdade», o estado do mundo, a Europa e Portugal, enviados por João Barrento a pedido de Rui Tavares.