9.10.17
IX JORNADAS LLANSOLIANAS:
40 ANOS D' O LIVRO DAS COMUNIDADES
Depois dos intensos quatro dias do Festival Silêncio, com Maria Gabriela Llansol em grande destaque, podemos anunciar as IX Jornadas Llansolianas, que este ano evocam os quarenta anos da publicação d' O Livro das Comunidades, visto neste fragmento por M. G. Llansol como o seu «livro-fonte»:
«O Livro das Comunidades é o ponto de partida de uma espiral; viria também a tornar-se o início de uma multidão de seres escritos (humanos e não humanos)… Não é um livro como os outros, é um livro-fonte; o seu começo leva-me a uma paisagem nocturna em que a água é uma claridade que já é madrugada… Não consigo crer que tenha sido escrito por mim, de tal modo me parece autónomo na sua toada e dizeres. Não se trata aí de secretar não importa que mundo imaginário identificado com a irrealidade. A imaginação a que me refiro faz conhecer. É a criação de um tecido de singularidades.»
As Jornadas deste ano realizam-se – em 14 e 15 de Outubro – pela primeira vez em Lisboa, no Espaço Cultural do antigo Cinema Europa, em Campo de Ourique (Rua Francisco Metrass, 28), não muito longe do novo Espaço Llansol, a casa que mudámos e preparámos nos meses de Julho e Agosto, e por isso ela se chamará assim a partir de agora: a «Casa de Julho e Agosto». Poderá ser visitada num dos dias das Jornadas, com inscrição prévia.
Teremos entre nós este ano, para além de membros e amigos do Espaço Llansol, o poeta de Barcelona José Ángel Cilleruelo, os tradutores de Madrid Mario Grande e Mercedes Cuesta, o actor e encenador do Porto Emanuel de Sousa, o pintor Pedro Proença… E esperamos encontrar nesses dias, agora em Lisboa, muitos dos que nos têm acompanhado nestes anos.
Publicado às
22:25
7.10.17
LLANSOL NO MIRA FORUM DO PORTO:
O QUE SE DISSE E LEU
Manuela Matos Monteiro e João Barrento
João Barrento e Maria Etelvina Santos
Emanuel Sousa e Daniela Gonçalves (do Ponto Teatro)
Como já antes noticiámos, estivemos no passado dia 23 de Setembro no espaço cultural Mira Forum, no Porto, a falar de Maria Gabriela Llansol. As intervenções de João Barrento e Maria Etelvina Santos, e as leituras pelos actores Emanuel Sousa e Daniela Gonçalves estão agora disponíveis no You Tube.
Publicado às
23:31
29.9.17
«CONSTRUÍ TUDO A PARTIR DA OBRA
DE MARIA GABRIELA LLANSOL…»
O novo disco de Aldina Duarte
Aldina Duarte tem um novo disco para apresentar em Outubro, com letras suas inspiradas em Llansol, uma escritora com quem convive e de quem não abdica para aprender a viver: «Ela tem um espaço de liberdade total. E isso é fascinante. Eu vivi uma boa parte do meu luto nos livros dela», diz a cantora.
Uma das letras é da escritora Maria do Rosário Pedreira, a décima terceira faixa foi entregue a João Barrento, que lê um excerto de Llansol, e o livrete do disco traz um texto de Hélia Correia.
Aldina deu uma longa e esclarecedora entrevista ao Observador, onde explica a génese do álbum, as razões que a levaram a tomar Llansol como fonte inspiradora e os caminhos da sua ligação à escritora. A entrevista completa pode ler-se aqui: http://observador.pt/especiais/entrevista-aldina-duarte/
E o suplemento «Ípsilon» do Público de hoje traz uma longa reportagem de Gonçalo Frota a partir de uma conversa com Aldina Duarte, em que a cantora esclarece ainda melhor o papel da «luz de Llansol» nas vivências trazidas para este novo disco e na escrita das suas letras.
Assim:
«É aqui [nos livros de Llansol] que me sinto bem, é aqui que estou a ter muito prazer no meio disto que aconteceu, é onde me sinto confortável, onde sinto que estou a conseguir voltar a pensar, a sentir, até a sentir-me livre…» «Às tantas, era ali que queria viver. Foi como se ela me tivesse recebido de braços abertos… e a consequência directa de me banhar repetidas vezes nas palavras de Llansol seria a descoberta de que, tomando por mote citações dos livros – que surgem em epígrafe junto ao poema que inspiram –, encontrava neles suficientes deixas para escrever as letras do disco.»
Na «companhia… de uma mulher que que se percebe que devia viver solitariamente – mas que não sofria de solidão», e elegendo Llansol para norte da escrita dos poemas de Quando se Ama Loucamente, Aldina quis respeitar o tom luminoso da escritora...
E o suplemento «Ípsilon» do Público de hoje traz uma longa reportagem de Gonçalo Frota a partir de uma conversa com Aldina Duarte, em que a cantora esclarece ainda melhor o papel da «luz de Llansol» nas vivências trazidas para este novo disco e na escrita das suas letras.
Aldina no Jardim da Estrela (lugar mítico da infância de Llansol):
(fotos: Público)
Assim:
«É aqui [nos livros de Llansol] que me sinto bem, é aqui que estou a ter muito prazer no meio disto que aconteceu, é onde me sinto confortável, onde sinto que estou a conseguir voltar a pensar, a sentir, até a sentir-me livre…» «Às tantas, era ali que queria viver. Foi como se ela me tivesse recebido de braços abertos… e a consequência directa de me banhar repetidas vezes nas palavras de Llansol seria a descoberta de que, tomando por mote citações dos livros – que surgem em epígrafe junto ao poema que inspiram –, encontrava neles suficientes deixas para escrever as letras do disco.»
Na «companhia… de uma mulher que que se percebe que devia viver solitariamente – mas que não sofria de solidão», e elegendo Llansol para norte da escrita dos poemas de Quando se Ama Loucamente, Aldina quis respeitar o tom luminoso da escritora...
Publicado às
12:01
27.9.17
O CICLO LLANSOL
NO FESTIVAL SILÊNCIO 2017
Programa completo
Quinta-feira, 28 de Setembro
Todo o dia (e até 15 de Outubro)
Exposição de obras derivadas do Texto de Llansol, de Augusto Joaquim, Duarte Belo,
Ilda David, Pedro Proença, Rui Chafes, Teresa Huertas
Inauguração: 19h
Ilda David, Pedro Proença, Rui Chafes, Teresa Huertas
Inauguração: 19h
Rua da Boavista, 9
«RUMOR»
Exposição colectiva de Anabela Mota, Catarina Domingues, Marta Castelo,
Sara Belo e Teresa Projecto
Inauguração: 19h
Inauguração: 19h
Rua da Boavista, 9
(Acompanhada de publicações das artistas)
«QUANDO A MÚSICA CIRCULA»
Leitura-performance de Cátia Sá (gravação video), a partir de textos de Llansol
Livraria-Bar Menina & Moça / Rua Nova do Carvalho (em permanência)

20h
Llansol na colecção «Rio da Escrita»
Apresentação da colecção «Rio da escrita», dedicada à Obra de M. G. Llansol desde 2008,
por Helena Vieira, editora da Mariposa Azual
(com a presença de João Barrento e Maria Etelvina Santos)
(com venda de livros)
Rua da Boavista, 9
20h
Llansol na colecção «Rio da Escrita»
Apresentação da colecção «Rio da escrita», dedicada à Obra de M. G. Llansol desde 2008,
por Helena Vieira, editora da Mariposa Azual
(com a presença de João Barrento e Maria Etelvina Santos)
(com venda de livros)
Rua da Boavista, 9
Sexta-feira, 29 de Setembro
19-23h
«O PRINCÍPIO DE______»
Performance de Miguel de Boneville
Rua da Boavista, 9
20-21h (também dia 30)
«O SOM DAS PALAVRAS DE M. G. LLANSOL»
Execução musical da peça de Pedro Fontainhas pelo conjunto:
Manuel Oliveira (piano), Cristina Rogeiro (voz), João Carvalho (cajon)
e Ana Roque (baixo)
Manuel Oliveira (piano), Cristina Rogeiro (voz), João Carvalho (cajon)
e Ana Roque (baixo)
22h
«CÉU DA BOCA»
Performance de Cátia Sá a partir de textos de Llansol
Bar MALT, Rua Nova do Carvalho
Sábado, 30 de Setembro
15-16h
«ENSAIOS DE LEITURA»
A Filosofia para crianças a partir de Um Beijo Dado Mais Tarde, de M. G. Llansol
com as professoras Isabel Santiago e Anabela Farinha
Rua das Gaivotas, 6
(Também dia 1 de Outubro, na Rua da Boavista, 9)
(Também dia 1 de Outubro, na Rua da Boavista, 9)
16-17h
«PALAVRA-VOZ-SILÊNCIO EM M. G. LLANSOL»
Conversa-debate entre
João Barrento, Maria Etelvina Santos e Cristiana Vasconcelos Rodrigues,
do Espaço Llansol
Rua da Boavista, 9
(Acompanhado do caderno: Llansol: Entre a Voz e o Silêncio)
17-17h30
«A Voz e o Silêncio»
Leitura-performance de fragmentos de Llansol pelos actores
Emanuel Sousa e Daniela Gonçalves (Ponto Teatro, Porto)
Rua da Boavista, 9
19-19h45
«BACH, LUZ DO BARROCO»
Concerto pela pianista Vera Prokic, com peças de Johann Sebastian Bach,
figura central na Obra de M. G. Llansol
figura central na Obra de M. G. Llansol
Piano Aquário / Rua da Ribeira Nova, 14
Domingo, 1 de Outubro
15h30-17h
«OH, OH, OH, A CASA DA AVÓ»
Oficina de leitura e desenho para crianças,
a partir da história ilustrada, por M. G. Llansol, Augusto Joaquim e crianças
da Escola La Maison (Bélgica, 1975)
Pelas professoras Albertina Pena e Celeste Pedro
Pelas professoras Albertina Pena e Celeste Pedro
Livraria-Bar Menina & Moça / Rua Nova do Carvalho
(Acompanhado do caderno: Oh, oh, oh, a Casa da Avó)
16-16h30
«ROCHEDO»
Performance de Rita Roberto e Pedro Ferreira
Rua das Gaivotas, 6
17-18h
«O REGRESSO DE JADE»
Leitura e oficina com crianças, do texto de Hélia Correia que reescreve Amar Um Cão de Llansol
Com a actriz Marta Bernardes, Hélia Correia e Helena Alves (do Espaço Llansol)
Rua da Boavista, 9
(Acompanhado pelo caderno:
O Regresso de Jade. Amar Um Cão lido os mais pequenos por Hélia Correia)
18h30-19h30
«FILMAR PARA CONHECER»
Apresentação dos resultados do projecto de actividade participativa da
Associação «Os Filhos de Lumière», a partir de texto de Llansol
Rua da Boavista, 9
19h30-20h
CORO FEMININO DE LISBOA
Actuação do Coro com peças do repertório preferido de M. G. Llansol
e uma composição inédita de João Madureira
Rua das Gaivotas, 6
21-22h40
«A FESTA DE BABETTE»
Projecção do filme de Gabriel Axel, como possível escolha de M. G. Llansol
Rua da Boavista, 9
(Informação mais pormenorizada em: http://festivalsilencio.com/#programacao)
Publicado às
12:25
22.9.17
LLANSOL NO »JORNAL DE NEGÓCIOS»
O suplemento de fim de semana, «Weekend», do Jornal de Negócios, traz hoje um artigo baseado numa entrevista a João Barrento, sobre a vida e o universo de Maria Gabriela Llansol e a sua presença no próximo Festival Silêncio.
(Pode ler a reportagem que se segue, ampliando as imagens no desktop do seu computador.)
(Pode ler a reportagem que se segue, ampliando as imagens no desktop do seu computador.)
Publicado às
14:29
13.9.17
LLANSOL: ENTRE A VOZ E O POEMA
No próximo dia 23 de Setembro, pelas 17 horas, a escrita e o espólio de Maria Gabriela Llansol estarão presentes no espaço MIRA FORUM, no Porto (Rua de Miraflor, 155), numa sessão em que participam João Barrento e Maria Etelvina Santos (que falarão da Obra de Llansol a partir dos dois tópicos do título: Voz e Poema), e os actores do Ponto Teatro, do Porto, Emanuel Sousa e Daniela Gonçalves, que lerão fragmentos de Llansol sobre «Voz-Palavra-Silêncio». Será ainda projectado o video «Um lugar e um legado», sobre o espólio de M. G. Llansol e as casas que o acolheram.
E haverá à venda cadernos temáticos, livros, cadernos de notas, lápis, etc., do Espaço Llansol.
Publicado às
11:57
5.9.17
«LLANSOL, POETA DO PÓSTUMO»
A nova revista brasileira Quatro Cinco Um publica no seu quinto número a tradução do texto original inglês de Benjamin Moser, conhecido como biógrafo de Clarice Lispector, que acompanha a edição americana da primeira trilogia de M. G. Llansol, Geography of Rebels, a que já fizemos referência aqui em 17 de Julho.
A tradução americana de Audrey Young, desde início patrocinada e acompanhada pelo Espaço Llansol, sairá na Deep Vellum de Dallas em princípio de Outubro.
O texto de Benjamin Moser pode ler-se em português aqui:
Publicado às
22:29
Subscribe to:
Posts (Atom)

































