10.6.10

LLANSOL EM FRANÇA
O tempo dos sentidos

O crítico Richard Blin (que já havia escrito de forma fascinante sobre livros de Llansol nos anos 90) regressa agora, na revista de literatura contemporânea Le Matricule des Anges (nº 114, Junho de 2010) a esta escrita que apelida de única e possível continuadora de Pessoa, com um pequeno mas luminoso texto sobre a mais recente edição de Llansol em França, o livro de artista das Éditions Les Arêtes que reune três textos: O Raio sobre o Lápis, Hölder de Hölderlin e Cantileno. Pode ler o texto clicando na imagem abaixo.



7.6.10

LLANSOL «TRADUTORA»
Conferência em Paris


No dia 10 de Junho, às 14.30 h, a professora da Universidade Aberta, Paula Mendes Coelho, profere na Universidade de Paris 3 (13 rue de Santeuil, salla 414) uma conferência sobre as versões de poetas franceses por Maria Gabriela Llansol, com o título «A nossa necessidade de poesia é impossível de saciar...». A notícia está no sítio Fabula - La recherche en littérature.

28.5.10

LLANSOL NO MARCHÉ DE LA POÉSIE EM PARIS

A última edição de textos de M. G. Llansol em francês, de que démos notícia aqui, vai estar no Marché de la Poésie, que decorre em Paris de 17 a 20 de Junho, apresentada por Guida Marques, tradutora de O Raio sobre o Lápis, Hölder de Hölderlin e Cantileno. É na sexta-feira, 18 de Junho, pelas 18 h., no stand da Editora Les Arêtes (B1).


7.5.10

LLANSOL EM FRANÇA
O CAMINHO CONTINUA...

... na página de poesia Poezibao, que já antes escolhera M. G. Llansol como «poeta» do dia. Voltou agora a fazê-lo, em 6 de Maio, aqui. Desta vez transcrevendo um fragmento de La foudre sur le crayon, o livro de artista saído recentemente, com três textos de Llansol (O Raio sobre o Lápis, Hölder de Hölderlin e Cantileno), em tradução de Guida Marques e com pintura de Luce Guilbaud, nas Éditions Les Arêtes.

E há ainda notícias saídas em dois jornais da Bretanha, que documentam as leituras do último «Chocolate Literário» organizado em Pont-Aven por Cristina Isabel de Melo, das edições Vagamundo, e onde se ouviram, em português e francês, excertos sobre o mar extraídos de Da Sebe ao Ser.

(Clique nas imagens para aumentar)

29.4.10

LLANSOL EM REVISTA(S)

A Obra de Maria Gabriela Llansol continua a estar presente em revistas universitárias portuguesas e brasileiras. O número 4 da revista online Abril, do Núcleo de Estudos de Literatura Portuguesa e Africana da Universidade Federal Fluminense/Niterói inclui dois textos sobre Llansol. Transcrevemos os respectivos resumos e damos as ligações para o texto integral dos artigos:


- Luanna Belmont (da Universidade Federal Fluminense), compara Herberto Helder e M. G. Llansol em «Helder e Llansol: a espacialização da linguagem»:

Resumo: As poéticas de Herberto Helder e Maria Gabriela Llansol são, hoje, na Literatura Portuguesa, as que mais radicalmente encarnam uma concepção do mundo e, por extensão, da literatura atravessada pela tradição surrealista e por uma certa orientação mística que redefinem a experiência do sujeito com a linguagem. Sua poética assenta-se sobre (1) uma conexão profunda entre os processos de leitura e escrita, (2) uma visão utópica do texto como lugar de encontro da diferença e de reverberação dos afetos, e (3) uma compreensão do sentido como metamorfose. O presente trabalho pretende flagrar essa performance da linguagem no fluxo do texto, bem como a espacialização das relações do sujeito com a paisagem.
(ler o artigo aqui)

- Jorge Fernandes da Silveira (da Universidade Federal do Rio de Janeiro) lê o primeiro volume do Livro de Horas, obra póstuma de Llansol por nós editada em 2009, num texto intitulado «Economia de eremita, diz o Augusto»:

Resumo: A produção do texto como investimento cultural, um gesto de interlocução entre a leitura e a escrita, é ainda rentável quando se pretende discutir “manifestações da ideia de valor na literatura: ética e estética”; o reconhecimento da textualidade como uma economia de signos em progresso, um valor de troca entre práticas significantes, explica, em síntese, desde o título, a escolha da obra de Maria Gabriela Llansol (1931-2008), sobretudo o último livro, póstumo, Uma data em cada mão – Livro de horas I, como o principal capital deste ensaio.
(ler o artigo aqui)

Uma outra publicação universitária, a Revista de Estudos Lusófonos, acabada de nascer na Universidade da Madeira (dirigida pela professora dessa Universidade, Celina Martins), inclui um artigo de Raquel Ribeiro em torno da figura do cão em três autores portugueses, Manuel Alegre, Maria Velho da Costa e Maria Gabriela Llansol:



Resumo: Kurika, de Cão como Nós (Alegre, 2002), Rambo, de Myra (M. V. Costa, 2008) e Jade, cão de Amar um Cão (Llansol, 1990), são três cães da literatura portuguesa contemporânea que estabelecem uma relação especial com os seus donos ou criadores. Articulando textos de Jacques Derrida e Donna Haraway sobre as relações entre homens e animais, e os fossos que sempre os separaram, este ensaio propõe uma nova conjuntura para os animais na literatura, já não como seres distintos do homem, nem como personagens, mas como figuras capazes de criar a sua própria linguagem.

27.4.10

O MOVIMENTO DO MAR
em Llansol



26.4.10

LLANSOL DE NOVO NA BRETANHA


O próximo encontro do «Chocolate Literário» em Pont-Aven, na Bretanha, organizado por Cristina de Melo e as Éditions Vagamundo, inclui de novo textos de Llansol, desta vez sobre O Mar, em versão portuguesa e francesa. Para ver o programa da sessão, em que figura também o poeta Nuno Júdice, e ler a versão francesa de Cristina de Melo, clique nas duas primeiras imagens.





Pont-Aven

18.4.10

O ESPAÇO LLANSOL NO JORNAL DE SINTRA

O Jornal de Sintra de sexta-feira, 16 de Abril, dá grande destaque ao Espaço Llansol, ao trabalho em curso no espólio e à Obra de Maria Gabriela Llansol, numa reportagem feita na nossa sede em Sintra pela jornalista Vanessa Sena e Sousa.

(Se quiser ler a reportagem, clique nas imagens para aumentar)



12.4.10

NOVOS ECOS DE LLANSOL
EM FRANÇA


O texto de Maria Gabriela Llansol continua a fazer caminho em França. A poeta e artista plástica Luce Guilbaud apresentou recentemente a sua Obra em La Roche-sur-Yon (como noticiámos aqui). O texto de apresentação de Luce Guilbaud pode ler-se no blog da Editora Les Arêtes, que acaba de editar mais um livro com três textos breves de Llansol, de que demos notícia atrás.

M. G. Llansol em Herbais, anos 80

31.3.10

LA FOUDRE SUR LE CRAYON
HÖLDER DE HÖLDERLIN
CANTILÈNE




Três textos de Llansol – breves, densos, poéticos –, reunidos num volume – edição muito cuidada, da tradução de Guida Marques, que já verteu para francês António Franco Alexandre e o Pe. António Vieira, ao grafismo e às imagens, da artista plástica Luce Guilbaud. É mais um foco llansoliano que se acende em terras de França, ultimamente muito pródigas no acolhimento que lhe têm proporcionado. Numa pequena editora de arte sediada em La Rochelle, à beira do Atlântico: Les Arêtes, dirigida com grande sensibilidade (e parcos meios) por Sandrine Pot.