
Nada disto seria merecedor da nossa atenção se nessa mesma capa, como legenda de uma das cabeças candidatas à «glória póstuma», não aparecesse o nome de «ISABEL Llansol»!!
Mas o disparate e a inexplicável e inadmissível confusão não se ficam por aqui: continuam e ampliam-se nas páginas 42 e 43, onde – precisamente nos destaques e na fotografia (aqui por duas vezes!) – se insiste em chamar «Isabel» e «Maria Isabel» a quem sempre se chamou Maria Gabriela, e que é realmente a autora do primeiro volume dos diários póstumos Uma Data em Cada Mão, saído o ano passado. A única vez que Llansol merece o seu verdadeiro nome no meio desta salganhada é no corpo do texto – honra seja feita a quem, finalmente e por uma vez, mostrou saber (e saberá??) do que fala e de quem está a falar.
É mais uma vez o lamentável espelho de um «jornalismo literário» que não existe, de uma burrice inexplicável e absurda, precisamente em relação a um nome que, na plena e dupla acepção do termo, é único na literatura portuguesa.








